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        <title>É Tudo Folclore!</title>
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        <itunes:author>Pati Rabelo</itunes:author>
        <itunes:summary>Com base nos estudos etnográficos do antropólogo e historiador Luís da Câmara Cascudo, *É Tudo Folclore!* olha as coisas cotidianas com atenção, pra revelar as histórias por trás do comum, daquilo que parece já definitivamente incorporado à nossa paisagem mental. Composta por 4 episódios, a *áudio série* analisa alguns saberes, práticas culturais e representações tradicionais, como: *superstições e costumes* , *mitos brasileiros* , *ditados* *populares* e a *rede de dormir*. Tudo isso, folclore — ou, se você preferir, cultura popular: uma obra coletiva, anônima e que não tem tempo, no sentido de que é muito difícil, senão impossível, rastrear as suas origens.

Com cerca de 150 livros que vão da literatura à gastronomia, e da mitologia à geografia, Câmara Cascudo parece ter seguido à risca a frase de Tolstoi quando este recomenda que, se você deseja ser universal, deve começar por pintar sua própria aldeia. E, de fato, ao falar da sua aldeia — o Brasil no geral e o Nordeste em particular —, o etnógrafo potiguar acabou falando do mundo todo. Com um olhar e uma verve afiadíssimos, Cascudo é sobretudo uma prova de que a erudição não precisa ignorar ou desvalorizar o saber popular. “Ouvir o povo vale uma universidade”, dizia.

Ficha técnica

Criação, Pesquisa, Roteiro e Apresentação: Pati Rabelo

Edição: André Silvestre

A áudio série *É Tudo Folclore!* é um projeto apoiado pela Secretaria Estadual da Cultura, através do Fundo Estadual da Cultura, com recursos provenientes da Lei Federal número 14.017, de 29 de junho de 2020.</itunes:summary>
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        <description><![CDATA[<p>Com base nos estudos etnográficos do antropólogo e historiador Luís da Câmara Cascudo, <strong>É Tudo Folclore!</strong> olha as coisas cotidianas com atenção, pra revelar as histórias por trás do comum, daquilo que parece já definitivamente incorporado à nossa paisagem mental. Composta por 4 episódios, a <strong>áudio série</strong> analisa alguns saberes, práticas culturais e representações tradicionais, como: <strong>superstições e costumes</strong>, <strong>mitos brasileiros</strong>, <strong>ditados</strong> <strong>populares</strong> e a <strong>rede de dormir</strong>. Tudo isso, folclore — ou, se você preferir, cultura popular: uma obra coletiva, anônima e que não tem tempo, no sentido de que é muito difícil, senão impossível, rastrear as suas origens.</p><p>Com cerca de 150 livros que vão da literatura à gastronomia, e da mitologia à geografia, Câmara Cascudo parece ter seguido à risca a frase de Tolstoi quando este recomenda que, se você deseja ser universal, deve começar por pintar sua própria aldeia. E, de fato, ao falar da sua aldeia — o Brasil no geral e o Nordeste em particular —, o etnógrafo potiguar acabou falando do mundo todo. Com um olhar e uma verve afiadíssimos, Cascudo é sobretudo uma prova de que a erudição não precisa ignorar ou desvalorizar o saber popular. “Ouvir o povo vale uma universidade”, dizia.</p><p><u>Ficha técnica</u></p><p>Criação, Pesquisa, Roteiro e Apresentação: Pati Rabelo</p><p>Edição: André Silvestre</p><p>A áudio série <strong>É Tudo Folclore!</strong> é um projeto apoiado pela Secretaria Estadual da Cultura, através do Fundo Estadual da Cultura, com recursos provenientes da Lei Federal número 14.017, de 29 de junho de 2020.</p>]]></description>
        
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                <itunes:title>#04 - Uma rede preguiçosa pra deitar</itunes:title>
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                <itunes:author>Pati Rabelo</itunes:author>
                
                <description><![CDATA[<p>Este episódio busca as origens e refaz uma parte do percurso histórico da rede de dormir seguindo a trilha aberta por Câmara Cascudo. Para o etnógrafo potiguar, que foi o primeiro intelectual a escrever um livro sobre sobre o assunto, a rede pode e deve ser produto de exportação, como o café, o samba e o algodão. “A rede colabora na movimentação dos sonhos. (…) A rede toma o nosso feitio, contamina-se com os nossos hábitos, repete, dócil e macia, a forma do nosso corpo. A cama é hirta, parada, definitiva. A rede é acolhedora, compreensiva, coleante, acompanhando, tépida e brandamente, todos os caprichos da nossa fadiga e as novidades imprevistas do nosso sossego. Desloca-se, incessantemente renovada, à solicitação física do cansaço. Entre ela e a cama, há a distância da solidariedade à resignação”, escreve Cascudo.</p><p>Convidado: <strong>Rhuam Ramos</strong>, psicanalista e esquizoanalista.</p><p>Este episódio foi desenvolvido com base no livro <em>Rede de Dormir: Uma Pesquisa Etnográfica</em>, de Câmara Cascudo.</p><p>Ficha técnica</p><p>Criação, Pesquisa, Roteiro e Apresentação: Pati Rabelo</p><p>Edição: André Silvestre</p><p>A áudio série <strong>É Tudo Folclore!</strong> é um projeto apoiado pela Secretaria Estadual da Cultura, através do Fundo Estadual da Cultura, com recursos provenientes da Lei Federal número 14.017, de 29 de junho de 2020.</p><p><br></p>]]></description>
                <content:encoded>&lt;p&gt;Este episódio busca as origens e refaz uma parte do percurso histórico da rede de dormir seguindo a trilha aberta por Câmara Cascudo. Para o etnógrafo potiguar, que foi o primeiro intelectual a escrever um livro sobre sobre o assunto, a rede pode e deve ser produto de exportação, como o café, o samba e o algodão. “A rede colabora na movimentação dos sonhos. (…) A rede toma o nosso feitio, contamina-se com os nossos hábitos, repete, dócil e macia, a forma do nosso corpo. A cama é hirta, parada, definitiva. A rede é acolhedora, compreensiva, coleante, acompanhando, tépida e brandamente, todos os caprichos da nossa fadiga e as novidades imprevistas do nosso sossego. Desloca-se, incessantemente renovada, à solicitação física do cansaço. Entre ela e a cama, há a distância da solidariedade à resignação”, escreve Cascudo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Convidado: &lt;strong&gt;Rhuam Ramos&lt;/strong&gt;, psicanalista e esquizoanalista.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Este episódio foi desenvolvido com base no livro &lt;em&gt;Rede de Dormir: Uma Pesquisa Etnográfica&lt;/em&gt;, de Câmara Cascudo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ficha técnica&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Criação, Pesquisa, Roteiro e Apresentação: Pati Rabelo&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Edição: André Silvestre&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A áudio série &lt;strong&gt;É Tudo Folclore!&lt;/strong&gt; é um projeto apoiado pela Secretaria Estadual da Cultura, através do Fundo Estadual da Cultura, com recursos provenientes da Lei Federal número 14.017, de 29 de junho de 2020.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
                
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                <pubDate>Sat, 13 Feb 2021 18:33:06 &#43;0000</pubDate>
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                <itunes:title>#03 - Vox populi, vox Dei</itunes:title>
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                <itunes:author>Pati Rabelo</itunes:author>
                
                <description><![CDATA[<p>Este episódio busca as origens de alguns ditados e locuções que expressam a velha sabedoria popular, analisados e interpretados por Câmara Cascudo. Se você ignora por que “a voz do povo é a voz de Deus” ou não sabe a origem da expressão “Casa da Mãe Joana”, então é hora de embarcar em um passeio pela história e significado de expressões como “estar com o rei na barriga”, “por um triz”, “tem caveira de burro!”, “não meter a mão no fogo” e “estar espritado”, entre outras.</p><p>Convidada: <strong>Gorette Costa</strong>, contadora de histórias.</p><p>Este episódio foi desenvolvido com base no livro <em>Coisas que o povo diz</em> e <em>Locuções Tradicionais no Brasil</em>, ambos de Câmara Cascudo.</p><p>Ficha técnica</p><p>Criação, Pesquisa, Roteiro e Apresentação: Pati Rabelo</p><p>Edição: André Silvestre</p><p>A áudio série <strong>É Tudo Folclore!</strong> é um projeto apoiado pela Secretaria Estadual da Cultura, através do Fundo Estadual da Cultura, com recursos provenientes da Lei Federal número 14.017, de 29 de junho de 2020.</p><p><br></p>]]></description>
                <content:encoded>&lt;p&gt;Este episódio busca as origens de alguns ditados e locuções que expressam a velha sabedoria popular, analisados e interpretados por Câmara Cascudo. Se você ignora por que “a voz do povo é a voz de Deus” ou não sabe a origem da expressão “Casa da Mãe Joana”, então é hora de embarcar em um passeio pela história e significado de expressões como “estar com o rei na barriga”, “por um triz”, “tem caveira de burro!”, “não meter a mão no fogo” e “estar espritado”, entre outras.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Convidada: &lt;strong&gt;Gorette Costa&lt;/strong&gt;, contadora de histórias.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Este episódio foi desenvolvido com base no livro &lt;em&gt;Coisas que o povo diz&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Locuções Tradicionais no Brasil&lt;/em&gt;, ambos de Câmara Cascudo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ficha técnica&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Criação, Pesquisa, Roteiro e Apresentação: Pati Rabelo&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Edição: André Silvestre&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A áudio série &lt;strong&gt;É Tudo Folclore!&lt;/strong&gt; é um projeto apoiado pela Secretaria Estadual da Cultura, através do Fundo Estadual da Cultura, com recursos provenientes da Lei Federal número 14.017, de 29 de junho de 2020.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;</content:encoded>
                
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                <pubDate>Sat, 13 Feb 2021 18:28:07 &#43;0000</pubDate>
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                <itunes:title>#02 - Mitologias brasileiras</itunes:title>
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                <itunes:author>Pati Rabelo</itunes:author>
                
                <description><![CDATA[<p>Para<strong> </strong>Câmara Cascudo, &#34;o mito age e vive, milenar e atual, disfarçado noutros mitos, envolto em crendices, escondido em medos, em pavores, cujas raízes vêm de longe, através de um passado escuro e terrível”. O etnógrafo percebia que, embora o folclore tenha um caráter universal, existem particularidades na forma como ele se expressa em cada sociedade, assim como todos os homens têm coração, mas o ritmo cardíaco de cada um é diferente. Esse episódio mergulha em alguns mitos brasileiros pra identificar paralelos entre eles e outros mitos de terras estrangeiras. Assim, investigamos o parentesco entre o brasileiríssimo Saci Pererê e o Yasy argentino, o Redcap celta, o Kodolde alemão e o Curilo da Bretanha, entre outros; e entre o ameríndio Tupã, o Ma dos egípcios e os greco-romanos Zeus e Júpiter.</p><p>Convidado: <strong>Ives Albuquerque</strong>, cineasta.</p><p>Este episódio foi desenvolvido com base no livro <em>Geografia dos Mitos Brasileiros</em>, de Câmara Cascudo.</p><p>Ficha técnica</p><p>Criação, Pesquisa, Roteiro e Apresentação: Pati Rabelo</p><p>Edição: André Silvestre</p><p>Agradecimentos a Rony Rodrigues, da Cotton Project e da Box 1824, por autorizar o uso da imagem de divulgação deste episódio.</p><p>A áudio série <strong>É Tudo Folclore!</strong> é um projeto apoiado pela Secretaria Estadual da Cultura, através do Fundo Estadual da Cultura.</p>]]></description>
                <content:encoded>&lt;p&gt;Para&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;Câmara Cascudo, &amp;#34;o mito age e vive, milenar e atual, disfarçado noutros mitos, envolto em crendices, escondido em medos, em pavores, cujas raízes vêm de longe, através de um passado escuro e terrível”. O etnógrafo percebia que, embora o folclore tenha um caráter universal, existem particularidades na forma como ele se expressa em cada sociedade, assim como todos os homens têm coração, mas o ritmo cardíaco de cada um é diferente. Esse episódio mergulha em alguns mitos brasileiros pra identificar paralelos entre eles e outros mitos de terras estrangeiras. Assim, investigamos o parentesco entre o brasileiríssimo Saci Pererê e o Yasy argentino, o Redcap celta, o Kodolde alemão e o Curilo da Bretanha, entre outros; e entre o ameríndio Tupã, o Ma dos egípcios e os greco-romanos Zeus e Júpiter.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Convidado: &lt;strong&gt;Ives Albuquerque&lt;/strong&gt;, cineasta.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Este episódio foi desenvolvido com base no livro &lt;em&gt;Geografia dos Mitos Brasileiros&lt;/em&gt;, de Câmara Cascudo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ficha técnica&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Criação, Pesquisa, Roteiro e Apresentação: Pati Rabelo&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Edição: André Silvestre&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Agradecimentos a Rony Rodrigues, da Cotton Project e da Box 1824, por autorizar o uso da imagem de divulgação deste episódio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A áudio série &lt;strong&gt;É Tudo Folclore!&lt;/strong&gt; é um projeto apoiado pela Secretaria Estadual da Cultura, através do Fundo Estadual da Cultura.&lt;/p&gt;</content:encoded>
                
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                <pubDate>Sat, 13 Feb 2021 18:21:44 &#43;0000</pubDate>
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                <itunes:title>#01 - Andar com fé eu vou</itunes:title>
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                <itunes:author>Pati Rabelo</itunes:author>
                
                <description><![CDATA[<p>Colocar uma vassoura atrás da porta pra espantar aquela visita indesejada, evitar o número 13… Este episódio visita algumas superstições e costumes de origem milenar e analisa a sua permanência no Brasil. Para Câmara Cascudo, a<strong> </strong>superstição é uma “legítima defesa inconsciente”, e, ao contrário do que muita gente pensa, não é algo reservado a mentes obtusas: Santos Dumont só entrava em casa com o pé direito. Joaquim Nabuco, diplomata e jurista, dizia não ser supersticioso, mas não passava debaixo de uma escada nem pelo amor de Deus. E, segundo nos conta o sociólogo Gilberto Felisberto Vasconcellos, um dos primeiros astronautas a pisar na Lua levou consigo um pé de coelho. “Só o jumento não tem superstição”, dizia Cascudo.</p><p>Convidado: <strong>Fabiano Morais</strong>, jornalista, professor universitário e realizador audiovisual.</p><p>Este episódio foi desenvolvido com base no livro <em>Superstição no Brasil</em>, de Câmara Cascudo.</p><p>Ficha técnica</p><p>Criação, Pesquisa, Roteiro e Apresentação: Pati Rabelo</p><p>Edição: André Silvestre</p><p>A áudio série <strong>É Tudo Folclore!</strong> é um projeto apoiado pela Secretaria Estadual da Cultura, através do Fundo Estadual da Cultura, com recursos provenientes da Lei Federal número 14.017, de 29 de junho de 2020.</p>]]></description>
                <content:encoded>&lt;p&gt;Colocar uma vassoura atrás da porta pra espantar aquela visita indesejada, evitar o número 13… Este episódio visita algumas superstições e costumes de origem milenar e analisa a sua permanência no Brasil. Para Câmara Cascudo, a&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;superstição é uma “legítima defesa inconsciente”, e, ao contrário do que muita gente pensa, não é algo reservado a mentes obtusas: Santos Dumont só entrava em casa com o pé direito. Joaquim Nabuco, diplomata e jurista, dizia não ser supersticioso, mas não passava debaixo de uma escada nem pelo amor de Deus. E, segundo nos conta o sociólogo Gilberto Felisberto Vasconcellos, um dos primeiros astronautas a pisar na Lua levou consigo um pé de coelho. “Só o jumento não tem superstição”, dizia Cascudo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Convidado: &lt;strong&gt;Fabiano Morais&lt;/strong&gt;, jornalista, professor universitário e realizador audiovisual.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Este episódio foi desenvolvido com base no livro &lt;em&gt;Superstição no Brasil&lt;/em&gt;, de Câmara Cascudo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ficha técnica&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Criação, Pesquisa, Roteiro e Apresentação: Pati Rabelo&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Edição: André Silvestre&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A áudio série &lt;strong&gt;É Tudo Folclore!&lt;/strong&gt; é um projeto apoiado pela Secretaria Estadual da Cultura, através do Fundo Estadual da Cultura, com recursos provenientes da Lei Federal número 14.017, de 29 de junho de 2020.&lt;/p&gt;</content:encoded>
                
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                <pubDate>Wed, 10 Feb 2021 13:49:14 &#43;0000</pubDate>
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